Archive for Junho, 2008

Viva o caracol (à grande chef Armando Magnesona, eheheh)

Foi no passado dia 24 de Maio de 2008 que, mais uma vez, a malta (quase toda) se juntou. Desta vez o Rui e a Cristina ofereceram a sua casa como local para o evento que vos descrevo em seguida.

O pretexto que fez a malta juntar-se, desta vez, foi 8 kg de caracóis que estavam desejosos de serem devorados. Pronto, não convém esquecer as morcelas e afins, para evitar chatices, ehehhe.

Ora como alguns de nós já tinham provado, tão delicioso petisco, cozinhado pelo Armando, ele foi o escolhido e quando se apercebeu já estava de avental e agarrado ao tacho como mostra a imagem (ahahahah).

Como os amigos em questão são lentos todo o processo decorreu com bastante calma e muitas, reforço MUITAS, mines à mistura (apenas o habitual nestes eventos gastronómicos).

Altura em que a 1ª rodada estava pronta. A cara de alegria do Rui dispensa comentários, ehehehe. O Rui estava a guardar os animais, não fossem eles fugir…

Olhem bem para o jeitinho do Paulinho, até lhes deita a lingua de fora. Estaria a pensar fazer uma corrida com os bichos? Sai mais uma travessa.

Momento Kodack, fica sempre bem. O pessoal começava a perder a luta para os caracóis, para evitar a derrota vai dopping para cachola. Ora como se levaram quase 100 mines, toca a beber porque ainda se estragavam. “Chega mas é mais uma mine para mim”

O entusiasmo e a luta eram enormes. Reparem nos Pedros…parecia que estavam a ter um diálogo com o caracol.

Pedro – “Ó caracol tété, anda cá que não te faço mal”.

Sr. Caracol – “Vai-te lixar ó massarico. Daqui não saio daqui ninguém me tira”

O anfitrião a demonstrar como se come o belo do caracol.

Após os caracóis ouve tempo para a habitual jogatana de cartas, mas não se tiraram fotografias para evitar que se vejam as batotas e malabarices que a malta faz. Muito provavelmente a esta hora já poucos ou nenhum conseguia segurar a máquina direita para poder fotografar.

Fica o agradecimento ao Rui e à Cristina por nos terem recebido a todos e ao Armando porque mais uma vez provou que caracóis é com ele.

Venham mais eventos, que a malta quer é festa…

Junho 18, 2008 at 11:47 pm 4 comentários

Estreia oficial do Paulinho (no Monsanto)

E não é que temos mais um membro… na team “bamos botar a auga” e um membro de peso

A estreia do Paulinho

O combinado era às 9 horas frente ao Júlio dos Caracóis (ponto de partida habitual). Segundo constam as más linguas, o Paulinho anda a tentar roubar o lugar ao Armando (Janota & Simões) no que toca a ser o gajoque se atrasa sempre e chega quase 1 hora mais tarde. Assim sendo e visto que o Paulinho estava atrasado, os outros aventureiros (Ricardo Silva, Pedro Silva e eu) pegaram nas biclas e vai de pedalar até ao Monsanto, onde estaria o Paulinho.

O caminho até ao Monsanto correu bastante bem e a bom ritmo. Quando lá chegamos lá estava o nosso novo membro. Equipado a rigor ao ponto de nos causar uma certa dificuldade em o reconhecer, poucos imaginariam ver o Paulinho de calções de licra (SIM CALÇÕES DE LICRA), luvas e o belo carolo(capacete).

Tudo pronto lá começamos então a nossa aventura pelo Monsanto. Esta seria a prova de fogo do Paulinho após um treino bastante leve na voltinha do Trancão.
Começamos a descer e veio logo ao de cima um problema que ao que parece é familiar, ou seja, os Cardosos a descer não conseguem largar os travões. No fim da descida uma subidinha com um terreno bastante acidentado e que nos fez a todos desmontar, ultrapassado esse pequeno obstáculo lá continuámos…
De repente cadê o Paulinho? O Paulinho tinha ficado para trás… de repente lá apareceu e lá continuamos.

Com direito a foto para recordar este momento alto na vida do bttista Paulo Cardoso.

Pessoal na estreia do Paulinho no Monsanto

O cenário viria a repetir-se, ou seja, sempre que descia ou subia o Paulinho “perdia-se”.

O dia escolhido para ir para o Monsanto não foi o melhor uma vez que devido a uma prova que se encontrava a decorrer, muitos ds trilhos estavam “cortados”, facto que nos demoralizou um pouco.
Por fim lá conseguimos um trilho que os “atletas” não estavam a ocupar, e que trilho, deve ser o mais louco do Monsanto com umas descidas brutais, às quais nos fizemos e nos permitiram levar a velocidade e adrenalina a níveis altissimos. Para não fugir à regra o Paulinho ficava um pouco para trás e sempre que esperavamos por ele e diziamos que vinha mais uma descida a sua pergunta era basicamente a mesma:

“A descida é muito ingreme”

Visivelmente esgotado lá chegamos ao local onde o Paulinho tinha estacionado o carro, seria o fim da volta para ele. O homem estava de rastos e afirmava ainda não estar pronto para este nível. E que a voltinha de Sacavém é uma brincadeira quando comparada com o grau de dificuldade da volta do Monsanto.

Certificamo-nos que tudo estava bem com o Paulinho e regressamos ao ponto de partida.

A reter:
- O espirito do Paulinho que nunca desmoralizou e embora se tenha atrasado lá chegou ao fim
- A sua vontade em melhorar a performance
Quanto a mim, venham as subidas, nunca pensei dizer isto, mas ando a curtir à brava subir, eehehhe

 

Junho 15, 2008 at 1:54 pm 1 comentário


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